Por Túlio Martins
Trilhando o caminho dos homens
Ao iniciarmos o curso, provamos de um
turbilhão de informações, normas, costumes e personalidades. Aderimos a novas
ideias, novos estilos de vida. Sentimos a vontade de melhorar o que já existe e
ajudar a sociedade a vislumbrar um futuro melhor.
Fomos tomados por princípios, ideologias e convicções diversas. Buscamos o inusitado,
o sucesso, o reconhecimento.
Essa mola-mestra que nos
impulsiona é vibrante e nos faz deixar todo o óbice de lado, embora algumas
vezes o desânimo possa nos visitar.
E mesmo parecendo
indômito só se solidificará na mente das pessoas fracas, que se acomodarem e se
acostumarem a aceitar o que inicialmente foi proposto, sem duvidar, sem
pestanejar, sem procurar entender porque não pode ser diferente, melhor. O que
existe, existe para ser evoluído, assim como nós.
Destarte, o arquiteto pertence
a um meio social. Cabe a ele observar, analisar e propor soluções para o
enfrentamento das adversidades e imprevisibilidades que ocorrem na nossa
ambiência.
Contudo, não se permita
ser menos, compreender menos. O dia nasce com novas dificuldades, mas também
com possibilidades. Observe os momentos felizes e os momentos de fragilidades.
Aprenda com eles, tire proveito e apresente novas propostas de superação.
Se a aula não foi o
esperado, se você se sente incapaz, se o professor não atendeu as suas
expectativas, supere essas adversidades. Pesquise, estude, busque outros meios
de conhecimento, transmita sentimentos bons no ambiente em que você estuda.
Isso mostra que você quer mais, que está disposto a ir além. Contratempos
existem, mas podemos transcender esses desafios. Nada, nada será fácil, mas vai
valer a pena. Acostume-se.
Trilhando o caminho dos homens
Quando chega o meio dia
de nossas vidas, o ápice da nossa qualidade mental, tudo se torna claro.
Percebemos que o que importa, na verdade, é chegarmos a um estado de equilíbrio.
Todavia, uma das formas
mais eficientes de sobrepujar esse obstrucionismo é criando. O estado de
criação consola nossos sentimentos e anseios. Criar é trabalhar, é produzir,
projetar. É estabelecer parâmetros para nosso futuro, é conquistar, é buscar o
reconhecimento. Pois, é através da labuta que as pessoas nos percebem e nos
respeitam.
Amigos, colegas e
professores, vamos caminhar juntos por uma arquitetura melhor. Deixar de lado
os conflitos e desavenças. Vamos lutar por melhorias no curso, na cidade, no
estado, no país e no mundo. Que tal começarmos viajando até o nosso interior, e
nos conhecendo?
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